Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Marley


Tendo em vista a quantidade de filmes disponíveis no mercado de gosto duvidável ( sobre animais), já comecei a ver o filme com certo preconceito, que desapareceu quando acabei de vê-lo.
Marley me fez pensar sobre como as pessoas vão lembrar de mim quando eu morrer (não qualquer pessoa, mas somente as que considero)
Caso eu morra amanhã, ou depois de amanhã ( nunca se sabe) deixo escrito de antemão que não quero que me vejam como:
- ''ah, ela não fazia nada de errado" ou "...era tão santinha!"

Só quero que lembrem de mim como alguém tentava pensar diferente, que tentava ver as pessoas de um modo diferente, e que ao lembrarem disso elas possam praticar esse mesmo jeito de pensar.

Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Sobre meu medo: uma resposta

[..]Podemos odiar o medo, querer extirpá-lo de nossas vida, mas nem sempre o fazemos pela via mais simples, porque é muito difícil combater um sentimento. Melhor, quando se trata de sentimentos, aprender a conviver com eles. Um sentimento cresce na exata proporção em que o negamos. Torna-se mais leve quando o aceitamos. É a única chance de que nos deixe em paz.

Marcia Tiburi.

Sexta-feira, 20 de Março de 2009

sexta feira 20

Talvez esse post seja um desabafo a respeito destes meus últimos dias.


Sobre minha liberdade.


Pergunto-me se sei o que significa essa palavra( que clichê).
[...]Tem coisas que eu sempre quis fazer.Mas só eu sei que eu nunca vou fazer.
Tenho medo de tudo.
Mas o maior deles talvez, seja sobre o que eu posso escutar.
Já pensei em ir a um psicólogo
,mas tenho medo do que ele possa dizer sobre mim.
Por isso prefiro escrever.
Porque quando vejo meus problemas escritos é como se não pertencessem mais a mim.


Este ,por exemplo, já até esqueci.
Que venha o próximo.

Sábado, 14 de Fevereiro de 2009

Sobre 2008

Nada do que eu quis aconteceu no 1º semestre. Coisas.
Apenas coisas que não precisam ser comentadas.
Então, eis que surge numa linda manhã ao abrir o jornal: uma promoção na qual os prêmios eram duas bolsas para um curso pré-vestibular.
E quem conseguiu uma delas?
As aulas comecaram em agosto - a partir daí comecei a ter mais confiança em mim.
Neste mesmo mês recebi uma notícia que eu aguardava há quase um ano.
Um e-mail da própria Márcia, uma filósofa que eu tenho como exemplo de vida, com a data da palestra que iria dar aqui em Floripa (25/set/08).
E lá estava eu na primeira fila do auditório, quando ouço alguém comentar que ela estava na fila ao lado. Totalmente diferente do que se vê na tv, subiu ao palco com uma blusa vermelha, echarpe e calça social pretas - do tipo cintura alta que muitas mulheres recusariam-se a usar. Tentei descrever a sensação que tive na -palestra, não consegui.
Também não sei o que deu em para ser a primeira a fazer uma pergunta quando o microfone foi liberado para platéia - tá certo que foi uma pergunta mei monga, mas me deixou dúvidas de verdade.
Talvez a única coisa sensacão que eu consiga traduzir foi a que tive na sessão de autógrafos.
Naquele momento eu soube que eu quisesse para minha vida eu iria alcançar, porque se ela conseguiu, por quais motivos eu não iria?
E já que meu 1º semestre foi um pouco obscuro, meu nome tinha que sair no listão da UFSC para compensar. E é claro que ele saiu ( nem um pouco me achando...)


Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Momento filosófico

''Ninguém é melhor do que ninguém.''
Penso nisso algumas vezes. De vez em quando escuto tal afirmação. Mas me pergunto, será mesmo que não existem pessoas melhores que outras?

Após alguns minutos de reflexão:

Realmente. Nascemos com valores diferentes, enfim educações diferentes, mas nem por isso podemos nos considerar melhores que uns ou outros, mas acredito num novo provérbio:

'É fato que não existe ninguém melhor que ninguém, mas também é fato que uns são tão piores quanto outros.'


Um bom fim de segunda.